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Relacionamentos

Meu nome é Maria Celisa Meirelles Barbalho, psicóloga clínica com especializações em Sexualidade Humana, Gestalt-terapia e Psiconeuroimunologia. Trabalho com o atendimento psicoterapêutico a adolescentes, jovens, adultos, casais e família, com foco na solução de dificuldades enfrentadas em sexualidade, relacionamentos familiares, amorosos e sociais.

Temos necessidades básicas que precisam ser supridas para que possamos crescer e nos desenvolver. Precisamos tanto de amor, carinho, família, amigos, quanto de sono, alimentação e sexo.

Quando há carência na satisfação dessas necessidades, tendemos a nos frustrar. Investir em sua descoberta e nos meios de supri-las é fundamental para o equilíbrio emocional das pessoas. A psicoterapia pode ajudar a reconhecer e validar sentimentos, emoções e necessidades, na busca de formas mais saudáveis de relacionamento.


A maneira como fomos amados por genitores ou cuidadores influencia nossas atitudes frente ao amor na idade adulta. Gera o que podemos chamar de matrizes de relacionamento. Ao buscar parceiros amorosos, o fazemos segundo o padrão familiar vivenciado. Se saudável e funcional sentimo-nos satisfeitos. Caso contrário, nos tornamos infelizes e, o pior, muitas vezes nos acomodamos e seguimos assim pela vida afora. A ajuda de um terapeuta pode ser um meio eficaz para rever padrões e trazer mais autenticidade à nossa vida.

Cada pessoa tem ideais e expectativas de um bom relacionamento. Alguns autores afirmam que, para dar certo, uma boa relação deve ter amizade, respeito, admiração, carinho, interesse pelo mundo do parceiro, atenção diária, divisão de poder, dar suporte aos sonhos e esperanças um do outro. Há pessoas que consideram indispensável que haja comunicação, companheirismo, intimidade, paixão e compromisso numa união duradoura. Quando as expectativas não correspondem à realidade, o terapeuta pode facilitar o diálogo entre os cônjuges, ajudando-os a encontrar novas formas de satisfação conjugal.

Considera-se disfuncional aquela união onde se percebem atitudes de defesa, critica, desrespeito e intransigência. Nessa situação os parceiros dialogam pouco, vivem cada um no seu mundo, quase não se importam com o bem-estar um do outro. Um trabalho psicoterapêutico permite que o casal encontre equilíbrio entre os interesses pessoais e os da relação. As crises são estímulos para se reavaliar expectativas e a disponibilidade de cada um nesse processo.

A falta de autoestima está na base de muitas dificuldades sexuais. A autoestima é a estima que temos por nós. Ela tem dupla natureza. É a soma do que ouvimos dizer que somos e o que sentimos que somos. A educação nos leva a construir uma autoimagem que carregamos conosco e nos faz mais ou menos confiantes. Ela se torna verdadeira e passamos a pensar, sentir e agir segundo ela. A autoimagem e a autoestima internalizadas interferem na nossa sexualidade, inibindo-a ou permitindo-nos vivê-la com espontaneidade e liberdade. Muitas vezes não valorizamos nossas qualidades e não acreditamos que somos capazes de conquistar o que queremos por não merecermos ter satisfação. Entretanto, assim como foram construídas, podem ser desconstruídas, trabalhadas e modificadas. Trata-se de reconfigurar nossa concepção interna sobre nós. A psicoterapia é um instrumento ideal para essa elaboração.

Todos nós vivemos em sociedade. Temos colegas, amigos e partilhamos a vida profissional com nossos pares. Necessitamos uns dos outros para nos confirmar. A convivência frequente, tanto nas escolas e universidades quanto no campo profissional, nos possibilita a construção de amizades que bem cultivadas nos acompanham por toda a vida. Do mesmo modo, elas podem ser fonte de stress, desentendimentos, competição e bullying.

A psicoterapia é fundamental para a superação destas dificuldades.